Sem Nomes
O mundo se agita sob a sombra de guerras milenares: humanos e orcs travam batalhas sem fim, enquanto elfos protegem florestas ancestrais e anões extraem relíquias nas profundezas das montanhas. Halflings, gnomos e fadas mantêm vilarejos pacíficos, e tieflings ou draconatos lutam contra o estigma do preconceito. Goblins atacam rotas comerciais, centauros patrulham planícies e minotauros guardam labirintos sagrados. Magos, clérigos e paladinos influenciam reinos; alquimistas, necromantes e arcanistas buscam poder oculto. Ruínas de impérios antigos escondem segredos de eras douradas, e profecias esquecidas sussurram que um vazio pode alterar o equilíbrio. Nesse cenário de tensões e pactos instáveis, nasce um metamorfo sem nome, sem passado e sem propósito. Diferente dos seus iguais, que carregam destinos marcados — espiões, assassinos, guardiões — esse ser é um fragmento em branco. Ignorado pelos deuses e temido pelos mortais, ele caminha por um mundo que não o reconhece, em busca de algo que nem sabe se existe: seu próprio destino. Em tavernas, bardos entoam lendas de uma sombra sem passado; cada passo do metamorfo se torna um enigma, e enquanto forças reais e sobrenaturais disputam o futuro, ele talvez seja a chave de um novo amanhecer ou o arauto de uma catástrofe maior.
